domingo, 21 de setembro de 2008

Tudo vale a pena...

Tudo vale a pena,
Quando a buceta é da morena.
Inda mais quando ela geme serena,
Mesmo sendo a minha pica até pequena.

Tudo vale o esforço,
Quando a como no almoço.
Mordo sua bunda, chupo seu pescoço,
A morena um gozo só, um só alvoroço.

Tudo vale o sacrifício,
Quando chupo o púbere orifício,
Da morena doce, meu vício.
Comer sempre a morena tornou-se meu ofício.

Tudo vale a labuta,
Foder a morena, minha puta.
Chupar sua buceta hirsuta,
Beber louco o caldo doce dessa fruta.

Tudo vale o trabalho,
Quando ela engole meu caralho.
Morena, úmida como orvalho,
Na qual tesudo enterro meu vergalho.

Tudo tem o seu valor,
Quando da morena provo o sabor.
O caldo melífluo da sua buceta em rubor,
Torna-me um eterno escravo, louco de amor.

Virgulino Pontilança
Fim do Inverno de 2008